Tema
Conformidade — LGPD e CFM
O ClicSUS foi projetado em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e com as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM) para o uso de inteligência artificial na medicina.
LGPD — Lei nº 13.709/2018
- Base legal: o tratamento de dados pessoais ocorre com consentimento do titular e para a execução do contrato (o funcionamento da ferramenta).
- Dados do paciente: o texto clínico é enviado de forma temporária para processamento por IA e descartado em seguida — sem armazenamento em banco ou em disco.
- Documentos LME/APAC: gerados localmente no navegador, sem envio dos dados preenchidos.
- Direitos do titular: acesso, correção, portabilidade e eliminação — pelo e-mail contato@clicsus.com.br.
Veja a Política de Privacidade completa.
CFM — Resolução nº 2.454/2026
A Resolução CFM nº 2.454/2026 normatiza o uso de inteligência artificial na medicina. O ClicSUS é compatível com essa resolução porque:
- a ferramenta é de apoio à decisão — nunca substitui o médico;
- não há inserção automática no prontuário: o profissional revisa e cola a nota com os atalhos;
- a responsabilidade é sempre do médico, que valida o conteúdo antes de gravar;
- o médico informa o paciente e registra no prontuário o uso da ferramenta, conforme a resolução exige.
A obrigação do profissional
O ClicSUS é uma ferramenta — quem assina e assume a conduta é o médico. Por isso:
- Revise sempre o SOAP, o resumo e os documentos antes de gravar ou imprimir;
- Corrija e valide os dados: o ClicSUS extrai do prontuário, mas a confirmação é sua;
- Corrobore as informações geradas pela IA com o seu julgamento clínico — nada entra no prontuário sem o seu olhar.
Em resumo: o ClicSUS acelera e organiza. A validação final é, e sempre será, do profissional.
